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Saldo de imóveis em obra é o menor em 12 anos
09.08.2017   A Gazeta
Notícia - Imprensa
O saldo de unidades em construção e o percentual da venda de imóveis residenciais ainda não finalizados na Região Metropolitana da Grande Vitória, tiveram a maior queda desde 2005. Apesar dos números negativos, a redução da taxa de juros pode contribuir para a retomada do mercado de construção civil.

Segundo os dados do 31º Censo Imobiliário do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Espírito Santo (Sinduscon), em 2005, havia 11.557 unidades em construção. No ano de 2012, o setor atingiu seu ápice, com mais de 35,2 mil unidades em obras. A partir desse ponto, o número caiu aproximadamente 67% até dezembro de 2016, quando chegou a 11.594, menor média em 12 anos.

A queda mais significativa ocorreu entre abril de 2015 e dezembro do ano passado, quando o saldo de imóveis em construção caiu 54,88% no período de 20 meses.

De acordo com o diretor de Economia e Estatística do Sinduscon, Eduardo Borges, o setor está voltando ao patamar de obras de quando o mercado imobiliário começou a aquecer, há 12 anos, e as taxas de juros eram menores. "A crise nacional foi muito forte e a demanda caiu expressivamente desde a oferta de lançamentos imobiliários feitos de 2007 a 2012, quando o setor registrou os índices mais altos", comentou.

No primeiro semestre de 2016, eram 16.493 imóveis em construção. Já no segundo, esse número caiu para 11.594. Ou seja, redução de 29,7%.

Cariacica teve o maior percentual de redução de unidades em construção, com 76%, quase duas vezes maior do que a média da Região Metropolitana (29,7%). Em segundo lugar, está a Serra, com queda 46,8%, seguida por Vila Velha, com redução de 23,6% nos imóveis em obras.

REDUÇÃO
O número de imóveis residenciais e comerciais vendidos que ainda estão em produção também caiu. No primeiro semestre de 2016, 72% das unidades residenciais estavam vendidos. Já no segundo, caiu para 62%. Nos últimos quatro anos, a queda chega a 23% para imóveis residenciais, e 13% para os comerciais.

"O imóvel residencial caiu de forma expressiva. Esse é um dado que precisa ser analisado com cautela. Não adianta nada fazer lançamentos se o volume de vendas for muito baixo. Para esse percentual aumentar, o mercado tem que aquecer ou os empresários continuar segurando os lançamentos para que as vendas sobre o total em produção melhorem mesmo como o volume de vendas baixo", explicou Eduardo Borges.

Dos 11.594 imóveis em construção, aproximadamente 1,9 mil estão na planta, 1,4 mil na fase de fundação, 5 mil estruturados e 3,2 mil em acabamento. Outras 5,8 mil já foram concluídos.

PREFERÊNCIAS
Das unidades que estão em andamento, aproximadamente 60% estão localizadas na região do Centro e na orla de Vila Velha. Já em Vitória, os bairros Jardim Camburi, Jardim da Penha e Mata da Praia concentram 16,35% do número de unidades em construção.

Apartamentos de dois quartos são os que têm a maior demanda. Dos 5,9 mil em andamento, 66% já estão vendidos. No caso dos de três quartos, 60% foram comprados.

O metro quadrado de uma loja em Vitória chegou a custar mais de R$ 13,5 mil no 2º semestre de 2016. O valor é 46,5% maior do que a média registrada na Região Metropolitana da Grande Vitória. Por outro lado, o m2 de Vila Velha ficou quase 12,5% mais barato em relação ao 1º semestre de 2016. Entre os motivos para a Capital ter os maiores valores comercializados estão: terreno mais caro para a construção, área de marinha e o Plano Diretor Urbano (PDU) de 2006.

Para unidades residenciais, em Vitória o m2 do apartamento de um quarto (R$ 8,3 mil) custa quase o dobro de uma unidade em Vila Velha (R$ 4,4 mil). Já o m2 de uma unidade de dois quartos em Vitória (R$ 7 mil) custa o dobro de uma unidade na Serra (R$ 3,2 mil).


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