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Desabastecimento de aço prejudica construção civil
24.03.2021   
Notícia - Sinduscon
Matéria-prima fundamental no processo construtivo, o desabastecimento do produto no mercado interno tem prejudicado a construção civil. Levantamento recente realizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) com construtoras de todo o País para verificar a situação do problema da escassez de insumos aponta que das 206 empresas consultadas, 84% disseram que há desabastecimento de aço em suas regiões.

A CBIC também perguntou às empresas quais materiais estão com o prazo de entrega maior que o habitual. Para 82,9% delas, a resposta foi o aço. Questionadas sobre o prazo médio de entrega das usinas em suas regiões, 39,3% das empresas responderam “entre 30 e 60 dias” e 25,7% responderam “entre 60 e 90 dias”.

Na terça-feira (23), durante reunião no Ministério da Economia com representantes da cadeia produtiva do aço e entidades representativas dos principais compradores do País, a CBIC propôs ao governo a redução do imposto sobre a importação do aço para tentar resolver o problema do desabastecimento.

“Precisamos de um choque de oferta para restabelecer o equilíbrio entre a oferta e a demanda. Nossa proposta é a redução imediata do imposto de importação”, disse José Carlos Martins, presidente da entidade.

A CBIC apresentou ao secretário de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos da Costa, os resultados de sua pesquisa com empresários mostrando a percepção deles em relação ao desabastecimento.

Para Martins, enquanto a oferta e a demanda não forem normalizadas não será possível estabilizar preços. “Quando a construtora tenta comprar da siderúrgica e não consegue, vai na distribuidora e se depara com um valor muito alto”, disse.

O desabastecimento e a insegurança com relação aos custos de vários materiais podem prejudicar a atividade da construção, que no início do ano projetava crescer 4% em 2021 e gerar 200 mil novas vagas de empregos.

O problema afeta também as empresas de construção civil no Espírito Santo. Paulo Baraona, presidente do Sinduscon-ES, diz que a falta de um insumo pode atrasar todo o cronograma da obra, ainda mais o aço, que está muito presente nas etapas iniciais de uma construção.
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