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Sinduscon-ES Informa
Nº 279 - 11.01.2018 
Sondagem aponta expectativa positiva para os próximos meses e tendência de aumento de investimentos
 

Levantamento da indústria de construção civil apontou que o setor está mais confiante. Os dados fazem parte da Sondagem da Indústria da Construção, que ouve empresários mensalmente e divulga resultados a cada trimestre. Ela é promovida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com apoio da Câmara Brasileira da Indústria de Construção (CBIC). A análise do terceiro trimestre apontou que os executivos estão mais confiantes quanto aos seus negócios nos últimos meses de 2017 e nos primeiros de 2018. De acordo com a Sondagem, há dois sinais fortes de recuperação: o primeiro é a perspectiva de maior atividade no setor; o segundo é a manutenção do número de novos empreendimentos e serviços, de compras de insumos e matérias primas e também de empregados.

As expectativas contrastam com o período avaliado. Segundo os dados, houve no período queda de atividade e de emprego, ainda que tenha sido registrado em menor ritmo do que em 2016. Mas ocorreram menos dificuldades no acesso ao crédito e índices menores de insatisfação quanto à margem de lucro e à situação financeira. Também foi registrado um aumento da intenção de investimentos. O principal obstáculo apontado foi a alta carga tributária, que voltou ao topo da lista de problemas depois de seis trimestres. Em seguida, vem a demanda interna insuficiente - que vinha em primeiro lugar há cinco trimestres e baixou para segundo.


CUB varia 0,13% em dezembro
 

O Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil no Estado do Espírito Santo teve uma variação de 0,13% no último mês do ano. O metro quadrado do CUB médio passou para R$ 1.550,32 e a variação acumulada fechou o ano em 4,41%.

O CUB por metro quadrado é um indicador de custos do setor que acompanha a evolução dos preços de materiais de construção, mão de obra, despesas administrativas e aluguel de equipamentos. O CUB é calculado pelo Sinduscon-ES.

Dos itens que fazem parte da cesta básica de materiais, os que mais subiram no mês de dezembro foram: telha de fibrocimento (4,35%), porta interna semi-oca (3,63%) e brita (2, 47%).

A variação do CUB desonerado em dezembro foi de 0,14%, e o valor do custo médio é de R$ 1.455,97.


CBIC contrata consultoria para avaliar custo de paralisação de obras
 

A CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) vai contratar uma consultoria para estimar os custos de paralisação de obras públicas. O trabalho pretende avaliar custos não contabilizados do não prosseguimento das obras, entre eles os custos sociais pela não entrega do bem público, por exemplo.

O trabalho faz parte de uma ofensiva do setor de construção civil em relação ao avanço dos órgãos de controle no âmbito da infraestrutura que, na avaliação deles, estaria travando obras e estrangulando as empresas por imposições de custos e valores de maneira indevida. A pesquisa não vai focar em um órgão de controle específico.

O problema foi levado ao presidente Michel Temer, em reunião realizada com representantes do setor para tratar da lei que criou o fundo para estruturação de projetos de concessão em cidades e estados. De acordo com Carlos Eduardo Lima Jorge (foto), diretor da COP-CBIC (Comissão de Infraestrutura), o presidente deu apoio à iniciativa por também ser uma preocupação do governo.

“Vamos ter um conjunto de iniciativas que mostram que há atores preocupados com essa extrapolação”, afirmou Jorge.

O maior questionamento das empresas está no fato de que, pela forma como os órgãos de controle, especialmente os tribunais de contas, analisam as obras públicas, é praticamente impossível às empresas apresentar ganhos de produtividade e de tecnologia.

O exemplo que usam é que, se uma empresa usa um equipamento novo que custa mais barato em relação ao que havia sido previsto, os órgãos de controle consideram que houve ganho indevido e determinam a redução do valor do contrato ou até mesmo o uso da tecnologia anterior. Mas, se ocorre o oposto, é necessário o uso de uma tecnologia mais cara, os órgãos de controle não permitem que o contratante pague o custo a mais.

As organizações da construção também vão dar apoio a projetos de lei que tramitam no Congresso que regulam a atuação dos órgãos de controle, criando uma delimitação mais clara sobre essa atuação, e que tratam da paralisação de obras, informando quais são as condições para a paralisação e os impactos que ela vai causar.


Parabéns às empresas aniversariantes de janeiro
 

O Sinduscon-ES parabeniza as empresas que fazem aniversário neste mês de janeiro, conforme a data de fundação informada na ficha de associação. Desejamos sucesso e vida longa!

Caeng - Caparaó Engenharia e Construções
Garra Engenharia
Impacto Engenharia
RDJ Residencial
Target - Engenharia de Contratos
Tex Construções e Serviços
Trix Engenharia Civil


 
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