LOGIN
Sinduscon-ES Informa
 

Nº 907 - 07.04.2026 
CUB varia 0,62% em março
 

O Custo Unitário Básico (CUB) da construção civil no Espírito Santo apresentou variação de 0,62% no mês de março. O metro quadrado do CUB médio está em R$ 2.817,55. A Variação acumulada no ano é de 0,92% e nos últimos 12 meses é de 8,38%.

O CUB por metro quadrado é um indicador de custos do setor que acompanha a evolução dos preços de materiais de construção, mão de obra, despesas administrativas e aluguel de equipamentos. O CUB é calculado pelo Sinduscon-ES, com as informações recebidas das construtoras.

Na cesta de materiais que fazem parte do índice, os que mais subiram no mês de março foram bancada de mármore branco (6,70%), emulsão asfáltica impermeabilizante (5%) e chapa de compensado (4,77%).

A variação do CUB desonerado em março foi de 0,65%, e o valor do custo médio é de R$ 2.687,24. A Variação acumulada no ano é de 0,97% e nos últimos 12 meses é de 8,24%.


CBIC ingressa no STF com Ação Declaratória de Constitucionalidade da Lei Geral do Licenciamento Ambiental
 

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) uma Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) para assegurar a validade integral da Lei nº 15.190/2025, conhecida como Lei Geral do Licenciamento Ambiental. A iniciativa busca garantir segurança jurídica diante de questionamentos apresentados em ações diretas de inconstitucionalidade (ADIs) já em tramitação no STF.

Na ação, a entidade sustenta que a legislação representa um marco para a organização do licenciamento ambiental no país, ao estabelecer normas gerais aplicáveis em todo o território nacional e uniformizar procedimentos que, até então, eram fragmentados entre diferentes entes federativos.

A CBIC argumenta que a controvérsia judicial sobre a constitucionalidade da norma é evidente, já que foram protocoladas três ADIs questionando dispositivos da lei. Segundo a entidade, a propositura da ADC é necessária para que o Supremo Tribunal Federal declare a constitucionalidade da legislação em sua totalidade, evitando interpretações divergentes e novos questionamentos judiciais.

Ainda conforme a petição, a Lei nº 15.190/2025 foi promulgada após mais de duas décadas de debates e constitui a primeira iniciativa legislativa nacional voltada à sistematização do regime jurídico do licenciamento ambiental, instrumento essencial para o desenvolvimento de empreendimentos e para a proteção ambiental.

O documento também destaca que a norma não reduz mecanismos de controle ambiental, mas promove a racionalização dos procedimentos, mantendo a análise técnica, a fiscalização e a responsabilização do empreendedor, ao mesmo tempo em que busca reduzir a fragmentação e a insegurança jurídica anteriormente existentes.

Segurança jurídica e uniformização

De acordo com a CBIC, a discussão sobre a constitucionalidade da lei afeta diretamente o setor da construção e o mercado imobiliário, que dependem do licenciamento ambiental para a execução de obras e investimentos. A entidade ressalta que eventuais decisões judiciais que suspendam a aplicação da norma podem gerar insegurança jurídica e impactos para o desenvolvimento econômico.

Explicação técnica

Consultor da Comissão de Meio Ambiente da CBIC, Marcos Saes explica que a ADC foi proposta para reforçar a defesa da legislação e garantir uma decisão definitiva do STF sobre sua validade. Segundo ele, a medida representa um passo além da atuação como amicus curiae em ações já existentes.

“A propositura da Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) é muito importante para demonstrar que a Lei Geral de Licenciamento Ambiental não possui inconstitucionalidades. Ela é uma lei procedimental que uniformiza o assunto no país todo. Assim, para evitar insegurança jurídica, uma vez que já existem três ações pedindo a declaração de inconstitucionalidade de vários dispositivos da norma, entendemos por bem fazer esse movimento”, disse.

Saes também destacou que a iniciativa busca assegurar a aplicação uniforme das regras em todo o território nacional.

“O licenciamento ambiental precisa ocorrer da mesma forma em todo o país e a vinda da lei geral assegurará isso. Ao ler as ADIs que questionam a lei fica claro um inconformismo dos Partidos Políticos autores, isso porque não conseguem demonstrar tais ofensas à Constituição Federal. Por isso a propositura da ADC é importante e demonstra a constitucionalidade de todo o texto legal”, afirmou.

Objetivo da ação

A CBIC solicita ao STF o reconhecimento e processamento da ADC, com o julgamento pela procedência da ação e a consequente declaração de constitucionalidade da Lei nº 15.190/2025 em sua integralidade. A entidade também pede que a ação seja analisada conjuntamente com as ADIs já propostas sobre o tema, visando conferir estabilidade institucional e segurança jurídica ao novo regime de licenciamento ambiental.

Acesse a ADC na íntegra.


Mais da metade das construtoras prevê aumentar lançamentos na Grande Vitória
 

Mais da metade das construtoras da Grande Vitória prevê aumentar os lançamentos imobiliários em 2026, mas o percentual recuou em relação ao ano anterior. Segundo o Censo Imobiliário do Sinduscon-ES, 55% das 20 maiores construtoras da região projetam crescimento no volume de lançamentos ante 75% que faziam a mesma projeção para 2025.

Na série histórica do Censo, iniciada em 2014, os picos de otimismo ocorreram em 2019 e 2023, quando 90% das construtoras projetavam aumento de lançamentos. O piso foi registrado em 2016, com apenas 15% das empresas com perspectiva de crescimento com relação ao ano anterior.

 
A projeção mais moderada, no entanto, não sinaliza pessimismo do mercado. O mercado encerrou janeiro de 2026 com 18,9 mil unidades em construção - o maior volume de obras em execução desde novembro de 2015. O levantamento, também do Sinduscon, abrange 75 construtoras e incorporadoras nos municípios de Vitória, Vila Velha, Serra, Cariacica e Viana.

Das 6,66 mil unidades residenciais previstas para lançamento em 2026, o apartamento de 2 quartos concentra a maior parte da oferta: 4,42 mil unidades, ou cerca de 66% do total. Em seguida aparecem os apartamentos de 3 quartos, com 1.029 unidades, os de 1 quarto, com 722, e os de 4 quartos, com 403. O restante são de casas de diferentes tipologias.

Vila Velha lidera as previsões de lançamentos residenciais, com 2.540 unidades, seguida por Serra, com 2.310. Vitória tem 1.146 unidades previstas.

O segmento comercial mantém ritmo bem mais contido. A Grande Vitória deve registrar, em 2026, o lançamento de 370 salas comerciais e 209 lojas, totalizando 579 unidades - volume marginal em comparação ao residencial.


Parabéns às empresas aniversariantes do mês de abril
 

O Sinduscon-ES parabeniza as empresas que fazem aniversário neste mês de abril, conforme a data de fundação informada na ficha de associação. Desejamos sucesso e vida longa!

ATA Construtora
Casamorada Engenharia
Centralfer Central de Ferro
CMIL Construções e Manutenção
De Castro Construtora e Incorporadora
Duto Engenharia
Facom F. de Almeida Construções
Kemp Engenharia e Serviços
Mazzini Gomes Construtora e Incorporadora
Link Engenharia
RIP Serviços Industriais
Santos Mota Engenharia
Spero Consultoria e Serviços
Technika Construções
Única Negócios e Participações Imobiliárias


Informações
• Calendário de Feriados
• Censo Imobiliário
• Documentos Relações Trabalhistas
• Dados Setoriais
• Download Restrito
• Download
• Indicadores Financeiros
• Licitações Encerradas
• Notícias da Imprensa
• Notícias do Sinduscon-ES
• Salários
• Sinduscon-ES Recebe
• Sinduscon-ES Informa
• Sinduscon-ES Jurídico
SINDUSCON-ES
Sindicato da Indústria da Construção Civil no ES


Av. Nossa Senhora da Penha, 1830, 4º andar
Barro Vermelho - Vitória - ES - CEP: 29057-565
(27) 3434-2050  -  8h às 12h e 13h às 17h