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Sinduscon-ES Informa
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 | | Nº 914 - 19.05.2026 | Reunião da Comat desta quinta (21) aborda fachadas e estacionamento
A Comissão de Materiais e Tecnologia (Comat) do Sinduscon-ES convida para reunião na sede da entidade, nesta quinta-feira, dia 21 de maio, às 9h. Pauta: 1- Fachadas e Estacionamentos – Como prolongar a vida útil da estrutura e aumentar sua durabilidade - Alchemco. 2- Senai Engenharia - Felippe Paul.
| | IPTU Verde: pedidos de isenção até 29 de maio
O município da Serra aprovou lei que isenta o pagamento de IPTU das áreas sem edificações localizadas em Zona de Proteção Ambiental (ZPA). Uma demanda do setor que foi levada pelo Sinduscon-ES e pela Ademi-ES ao prefeito Weverson Meireles e ao secretário da Fazenda, Henrique Valentim.
Proprietários de terrenos localizados em áreas de preservação ambiental têm até o dia 29 de maio para solicitar a isenção do IPTU referente ao exercício de 2026. Os pedidos devem ser protocolados na Secretaria Municipal da Fazenda (Sefa).
A iniciativa, conhecida como IPTU Verde, tem como objetivo incentivar a preservação ambiental no município por meio de benefício tributário concedido a imóveis sem edificação localizados em áreas ambientalmente protegidas.
A isenção poderá valer por até quatro exercícios fiscais consecutivos, desde que o imóvel continue atendendo aos requisitos ambientais, cadastrais e tributários exigidos pela legislação. Durante esse período, o município poderá realizar vistorias e análises técnicas para verificar a manutenção das condições do benefício.
Segundo o decreto, caso sejam identificadas irregularidades, degradação ambiental ou informações falsas no processo, a isenção poderá ser cancelada, com cobrança retroativa do imposto e aplicação das medidas legais cabíveis.
| | 84,5% das empresas do setor preveem aumento no preço final dos imóveis se a jornada de trabalho for reduzida
Levantamento realizado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) aponta que 88,5% das empresas do setor preveem aumento no custo da mão de obra caso o Congresso Nacional aprove mudança na jornada 6×1. O resultado, segundo 84,5% dos entrevistados, é que o custo final dos imóveis ou empreendimentos para o consumidor deverá subir. A percepção de impacto negativo na produtividade das equipes alcança 82,5%, enquanto 81,6% das empresas indicam aumento no prazo de execução das obras.
Ao todo 73,9% das empresas que participaram da pesquisa responderam que haverá necessidade de contratação adicional e ampliação do quadro de pessoal. Essa avaliação das empresas complementa e reforça resultados de pesquisa sobre os impactos econômicos da redução da jornada de trabalho realizada pela CBIC, que indicou a necessidade de 288 mil novos trabalhadores para repor a redução da quantidade de horas trabalhadas.
No novo levantamento, 45,3% dos respondentes afirmam que poderiam reduzir contratações futuras, e 35,0% indicam que demissões poderiam ocorrer no cenário de mudança da jornada. Outro ponto de atenção destacado pela pesquisa é o risco de aumento da informalidade. Ao todo, 78,2% associam a redução da jornada a um estímulo adicional à informalidade no setor, o que contraria os objetivos de qualificação e formalização do mercado de trabalho.
No recorte específico de empresas que atualmente trabalham aos sábados, 83,0% afirmam que o fim da escala 6×1 prejudicaria o andamento das obras. Na visão geral, 78,6% das empresas acreditam que a extinção do trabalho aos sábados impactaria negativamente a rotina dos canteiros.
O levantamento também investigou os efeitos sobre obras públicas. Entre as empresas com atuação nesse segmento, 86,8% projetam aumento de custo em contratos em andamento, e 83,5% preveem elevação de custos em futuras contratações. Esses números indicam que a discussão toca tanto a execução de contratos correntes quanto a formação de preços em novos editais.
A pesquisa ainda identificou que produtividade, disponibilidade de mão de obra e capacitação já são gargalos estruturais hoje. A adaptação à nova jornada, portanto, esbarraria em limitações preexistentes do mercado de trabalho do setor.
Quando estimulados a apontar condicionantes para eventual mudança, 38,2% das empresas sugeriram a revisão da tributação sobre o trabalho; 30,5% citaram aumento da produtividade; 20,6% mencionaram redução proporcional da remuneração; e 10,7% defenderam uma transição escalonada.
O corte por modelo de jornada predominante mostra que o custo da mão de obra é elevado em todos os regimes (entre 88% e 92%). O fim do trabalho aos sábados é apontado como crítico especialmente no modelo híbrido, citado por 92,3% das empresas nessa condição.
A pesquisa ouviu 234 empresas do setor quanto aos impactos sobre a redução da jornada de trabalho e fim da escala 6 x 1, com resultados apontando para mais de 80% de consenso quanto aos indicadores mais importantes. Realizada entre março e abril de 2026, a pesquisa ouviu empresas de 22 unidades da federação e revela percepções majoritárias quanto a custos, prazos, produtividade e emprego formal.
A amostra é representativa nacionalmente, com concentração no Sudeste (36,8%) e Sul (34,6%), mas abrange 22 estados. Há presença relevante de empresas de até 50 trabalhadores, o que reforça a sensibilidade do tema para pequenos e médios negócios. De acordo com as informações levantadas com os agentes do setor, a mudança na organização da jornada não se restringe a um ajuste de recursos humanos. Ela afeta a própria estrutura produtiva do setor, com repercussões diretas sobre cronogramas, orçamentos e a dinâmica de contratação.
| | CBIC elege nova gestão para mandato que inicia em julho
A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) realizou, nesta segunda-feira (18), em São Paulo, Assembleia Geral para eleger os integrantes do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal para a gestão 2026/2029. A chapa única liderada pelo empresário Eduardo Aroeira Almeida, atual vice-presidente financeiro da entidade, foi eleita por aclamação: ele sucederá a Renato Correia na presidência da CBIC a partir de 1º de julho.
Em breve pronunciamento após o resultado, Correia destacou a importância da união do setor e fez um balanço das principais conquistas da gestão. “O que a gente precisa estimular cada vez mais é a união. A união faz a força. A união permite discordância, permite visões diferentes e permite que a gente cresça junto”, afirmou. A data da cerimônia de posse da futura gestão será anunciada em breve.
Renato lembrou avanços conquistados pela CBIC nos últimos três anos, como o fortalecimento do programa Minha Casa, Minha Vida, a preservação do FGTS, a atuação em temas ligados à segurança jurídica, representação internacional e sustentabilidade. “Nós estamos muito longe de vencer o déficit habitacional e de fazer as infraestruturas que o país precisa. Só isso já seria uma missão incrível. Para mim foi um orgulho servir a vocês e servir esse setor”, declarou.
O presidente também recebeu homenagens dos dirigentes da entidade e da equipe da CBIC. “Quero, em nome de toda a equipe da CBIC, agradecer esse tempo com o Renato, por acreditar no projeto e transformar o gigante em uma coisa muito maior”, destacou Fernando Guedes Ferreira Filho, presidente-executivo da CBIC.
A reunião aconteceu um dia antes do maior evento da construção promovido pela CBIC, o Encontro Internacional da Indústria da Construção (ENIC) 2026, que começa nesta terça-feira (19), no Distrito Anhembi, em São Paulo. Durante o encontro, Renato Correia destacou a dimensão da edição deste ano do evento. “Discutimos a modelagem do ENIC ao longo do ano. Crescemos em área e vamos fazer um ENIC espetacular, com uma rodada de negócios internacional e participação de toda a cadeia produtiva”, afirmou.
Fernando Guedes também destacou a expectativa para o encontro. “Não hesito em dizer que esse vai ser o melhor ENIC de todos os tempos, em conteúdo, visibilidade, relacionamento e importância econômica, política e institucional”, afirmou.
| | Construção Industrializada em Aço e Produtividade é tema de Road Show no Sinduscon-ES
O Centro Brasileiro da Construção em Aço (CBCA) vai reunir profissionais de referência no mercado para debater a industrialização da construção civil. O encontro acontece no dia 28 de maio, de 17h às 20h, no auditório do Sinduscon-ES, em Vitória.
Os palestrantes vão abordar a industrialização da construção, tanto em obras de infraestrutura, como nas estruturas secundárias e nos materiais de acabamento. Cases abordando como se portam as estruturas em aço com a ação do tempo serão apresentados, bem como processos fabris industrializados.
O Sinduscon-ES dispõe de 20 inscrições gratuitas para associados. Interessados devem enviar o nome completo, e o da empresa, para o WhatsApp 27 99316-1611. Os 20 primeiros vão receber a gratuidade.
| | | Parabéns às empresas aniversariantes do mês de maio
O Sinduscon-ES parabeniza as empresas que fazem aniversário neste mês de maio, conforme a data de fundação informada na ficha de associação. Desejamos sucesso e vida longa! CBSI - Cia Brasileira de Serviços de Infraestrurura Dirceu Bona Engenharia GR1 Indústria e Comércio Imobiliária e Construtora Valdecir Torezani Machine Desenvolvimento Mocelin Engenharia Perfetto Engenharia Plamont – Planejamento, Montagem e Engenharia RS Construtora e Incorporadora RS França Construtora San Juan Empreendimentos Imobiliários Smart Engenharia, Construção e Incorporação Vaz Desenvolvimento Imobiliário Vibra Construções e Serviços Wide Engenharia e Consultoria
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